A única arte marcial brasileira reconhecida pela UNESCO. Onde o berimbau dita o ritmo da luta — e a luta vira dança, a dança vira cultura, a cultura vira identidade.
“Capoeira é mandinga, é manha, é malícia. É tudo o que a boca come e o corpo aprende a falar.” — Mestre Pastinha
A Capoeira nasceu na resistência dos negros escravizados no Brasil colonial. Disfarçada de dança pra escapar do castigo dos senhores, virou luta refinada por gerações — patrimônio cultural imaterial reconhecido pela UNESCO.
No Clã, ela traz a brasilidade ao tatame. Ginga, esquiva, rasteira, armada, queda. Ao som do berimbau, atabaque e pandeiro, formamos lutadores que entendem que corpo, ritmo e cultura são inseparáveis.
O movimento-pai da capoeira. Pendular, contínuo, hipnótico. Quem domina a ginga nunca está parado — e quem nunca está parado, é difícil de acertar.
A trindade ofensivo-defensiva. Sair do golpe, derrubar o pé do oponente, soltar a perna como chicote. Movimento que vira poesia em combate.
A capoeira não é só luta — é encontro. O berimbau chama, a roda forma, e ali dentro dois corpos conversam pela linguagem ancestral do ritmo.
André Luís Rocha de Oliveira — conhecido como Prof. André Zappa — começou na capoeira em 1998 e foi graduado professor pelo Mestre Cicinho (Cícero Domingos da Silva) em 2014. Linhagem Arte e Ginga, estilo Capitães da Areia.
Vive de capoeira: além do tatame do clã, é professor de Educação Física com mestrado e atua em projetos sociais. Sua aula carrega história — cada movimento tem nome, raiz e propósito. Aqui não se decora coreografia, se aprende a conversar com o adversário no idioma do corpo e do som.
Roda toda semana. Vista qualquer roupa confortável — abadá só na graduação.
Aula experimental gratuita com o Prof. André Zappa. Não precisa saber dançar nem tocar — o berimbau ensina a quem quer aprender.